O esporte em geral mexe com vários sentimentos. Toda pessoa tem um esporte de sua preferência e, normalmente compra material esportivo do seu time. É neste momento que entra o marketing esportivo. Quando o clube fecha com um patrocínio, o anunciante ganha visibilidade e ambos se beneficiam.
Todo patrocínio deseja gerar uma identificação com torcedor. Por exemplo: a Petrobras lembra o Flamengo, Parmalat ao Palmeiras. Dessa forma, há uma lembrança muito forte de marca-cliente. Com isso, imagine o prejuízo nos cofres da Parmalat, se ela estampasse a camisa do Corinthians? Prejuízo? Prejuízo, porque a Parmalat era uma marca recém chegada na América do Sul, e queria expandir pela América Latina, e assim escolheu o Palmeiras por ter origem italiana, e por estar em São Paulo que é a capital dos negócios financeiros no continente sul-americano. Assim inicia a primeira parceria no formato de co-gestão no futebol brasileiro, em que a parceria faz parte do conselho diretor e participa de todas as decisões tomadas no clube. Com esse belo entrosamento até então desconhecido na América, a Parmalat conseguiu em 1996 atingir o topo do ranking no setor de laticínios no pais, e o Palmeiras ganhou uma boas porcentagem na venda de jogadores, além de vários ídolos, títulos entre eles o mais importante a Libertadores de 1999. Por esses fatores já eram mais que suficiente se falando de prejuízo.
A melhor arma de comunicação existente é o marketing. Feito de forma correta e, bem pensado leva ao sucesso, cada detalhe é de suma importância, uma vez que caso este passe batido pode determinar o fracasso de uma ação ou mesmo a empresa. Normalmente, o marketing esportivo é bem-vindo junto ao consumidor, porque a empresa garante a presença da sua marca na cabeça de milhões de possíveis compradores de seus produtos.

É isso aí, a relação patrocínio-clube é como carne e unha. Cria uma identificação extra, além até de embelezar ou, "desgraçar" a camisa de nossos times.
ResponderExcluirAbraços.
Fellipe Thomas
É por aí mesmo. Tem que rolar identificação. Conheço alguns torcedores do Vasco que não abasteciam em postos BR quando a Petrobrás patrocinava o Flamengo. Em outro ponto de vista, me deparo com vascaínos boicotando os restaurantes Habbib's por acharem o contrato com o time do coração lesivo.
ResponderExcluirPatrocinador e clube devem caminhar juntos e manter relação harmônica. Assim, ambos são beneficiados.
Gostei do Post.
Abraços,
João Paulo Biage