quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Merchandising Esportivo

Há uns 15 anos atrás, se alguém quisesse comprar um boné de algum piloto da Stock Car, não iria encontrar, porque não existia nada do tipo, brinde, ou assessórios no mercado. Uma vez que as empresas brasileiras não conheciam e/ou não tinham noção do poder do merchandising esportivo.
No entanto, quando as empresas tiveram noção da importância, houve um crescimento estrondoso do uso desta ferramenta, pois é uma fonte de investimento visível e retorno garantido, além do baixo custo.
Um bom exemplo da “descoberta” do merchandising esportivo no Brasil foi com o piloto Ayrton Senna, no início, com a seguinte frase dita pelo mesmo: “Brasileiro só aceita título se for de campeão. E eu sou brasileiro.” E, após a morte dele, em 1994, veio o trabalho da marca, que já estava planejado antes mesmo do acidente, com as primeiras imagens do “Senninha”.
Depois dessa descoberta, as portas para o merchandising foram, aos poucos, se abrindo.
Outro case de sucesso, foi a marca Castro Neves (Hélio Castro Neves, piloto da Fórmula Indy) sucesso tanto para imagem dele, quanto para os produtos lançados na época. Entre eles o que se destacou foi uma linha de óculos, vestuário, e um joguinho para celular, justamente o que estava em fase de crescimento na época.