No entanto, quando as empresas tiveram noção da importância, houve um crescimento estrondoso do uso desta ferramenta, pois é uma fonte de investimento visível e retorno garantido, além do baixo custo.
Um bom exemplo da “descoberta” do merchandising esportivo no Brasil foi com o piloto Ayrton Senna, no início, com a seguinte frase dita pelo mesmo: “Brasileiro só aceita título se for de campeão. E eu sou brasileiro.” E, após a morte dele, em 1994, veio o trabalho da marca, que já estava planejado antes mesmo do acidente, com as primeiras imagens do “Senninha”.
Depois dessa descoberta, as portas para o merchandising foram, aos poucos, se abrindo.
Outro case de sucesso, foi a marca Castro Neves (Hélio Castro Neves, piloto da Fórmula Indy) sucesso tanto para imagem dele, quanto para os produtos lançados na época. Entre eles o que se destacou foi uma linha de óculos, vestuário, e um joguinho para celular, justamente o que estava em fase de crescimento na época.